Quem tem pressão alta, chamada também de hipertensão, sabe que esta é uma doença que não tem cura. Mas ela é controlável com remédios e mudanças de alimentação e de hábito. A hipertensão não é transmissível e muitas vezes o paciente passa meses e meses sem sequer notar que está com o problema. Não existem manifestações em sua fase inicial. Mas a hipertensão é um problema sério, que pode levar o paciente a ter um acidente vascular cerebral (AVC) e doenças do coração, entre outras. Por isso, é bom ficar de olho em sua pressão.
A hipertensão nada mais é do que a pressão forte do sangue em movimento nas paredes das artérias. O valor considerado normal é a máxima de 12 (120mmHg) pela mínima de 8 (80mmHg). A pessoa é considerada hipertensa quando sua pressão arterial é igual a 14X9 para cima.
Quando se chega neste valor o ideal é ficar atento. Este nível de pressão pode causar alterações em órgãos, como coração, cérebro, artérias, olhos e rins. A probabilidade de um hipertenso ter um infarto é de três vezes mais que um indivíduo comum. Para um derrame, a possibilidade é de sete vezes mais. A estimativa atual é que 15% da população brasileira sofra com pressão alta.
A obesidade e o abuso no uso do sal na alimentação são dois fatores que elevam a probabilidade de uma pessoa ser hipertensa. Quem já tem o problema precisa se conscientizar da necessidade de uma dieta equilibrada e de exercícios físicos para perder peso, do corte do excesso de sal na alimentação e, principalmente, da importância do uso do remédio para controlar a pressão. Ele deve ser ingerido diariamente, mesmo se a pessoa não estiver sentindo nada. Afinal, como dito antes, a doença não tem cura e precisa ser controlada. E isto é feito diariamente, através dos remédios.
Outros fatores que levam a hipertensão são: excesso de bebida alcoólica, estresse, tabagismo e uso de alguns medicamentos. Portanto, é necessário cortar estes hábitos ou alivia-los para que a hipertensão não leve a um agravamento de alguma doença.
Por: Vanesca Soares