Quando se fala em regime, o primeiro pensamento que vem à cabeça é cortar os carboidratos de suas refeições. Mas a coisa não funciona bem assim. A dieta do Índice Glicêmico (IG), por exemplo, aplicada na maioria dos spas, mundo afora, apenas prioriza aqueles carboidratos que, após a ingestão, são absorvidos em menor quantidade ou mais lentamente, produzindo um aumento gradual da glicose e da insulina sanguínea, o que causaria a perda de peso sem o sacrifício que é a privação de alimentos ricos em amido.
É preciso verificar a intensidade do índice com que os alimentos à base de carboidratos e transformados em glicose pelo organismo, porque a insulina em excesso leva ao acúmulo de gordura. Assim sendo, saiba quais os alimentos que contém os menores índices glicêmicos, ou seja, que têm digestão mais lenta e liberam menos glicose:
As estrelas de qualquer dieta: Hortaliças, verduras, carnes magras e carboidratos de baixo índice glicêmico, como pães e massas integrais ou pouco refinados e grãos.
Os vilões: Gordura hidrogenada e alimentos fritos, com gorduras do tipo trans, pois elas, segundo estudos, ampliam o índice glicêmico das refeições. E alimentos com alto índice de glicose (pães e massas brancas, batata frita e cereais refinados).
Volume de calorias por dia: Uma dieta de baixo índice glicêmico prevê a ingestão diária de cerca de 1,2 mil calorias.
Número de refeições diárias: Seis (café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia).
Atividade física necessária: Trinta minutos diários de modalidades aeróbicas, como caminhada, corrida, ciclismo etc.